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Assistência Personalizada em Saúde

A lógica da APS de Alta Performance: por que é preciso mudar?

Imagine a seguinte situação: entra em uma loja um homem de 45 anos, 1,85m, 120kg e pede uma camiseta. Em seguida, entra na mesma loja outro homem, os mesmos 45 anos, medindo 1,62m, pesando 60kg e também pede uma camiseta. O vendedor vai ao estoque e volta com diversas opções de camisetas em cores, acabamentos e preços diferentes. Mas com um detalhe: todas no tamanho M. Por que? Porque M é o "tamanho médio" do "grupo dos usuários de camisetas". E porque esta é a "lógica" que o mercado de camisetas adota para desenhar seus produtos e formar sua estrutura de custos e preços. Parece absurdo? Faça agora uma relação despretensiosa da anedota acima com a comercialização de planos de saúde padrão no Brasil. Apresentadas algumas diferenças de rede e, claro, preços diferentes, no fim do dia um mesmo plano pode ser vendido aos dois personagens da nossa história. E não importa que o primeiro seja tabagista, tenha comorbidades associadas, esteja obeso e sedentário. Ou que o segundo apresente exames periódicos excelentes, pratique atividades físicas regulares e siga um estilo de vida saudável. A "lógica" do mercado não contempla tais individualidades. O cálculo dos custos e das coberturas se dá sempre pela "média" do risco de saúde do grupo. Neste caso, homens de 45 anos. O problema é que, como ensina o prof. Clemente Nóbrega: "O ser humano médio tem 1 seio e 1 testículo, mas no mundo real o cliente não tem 1 seio e 1 testículo

Assistência Personalizada em Saúde  - tecnologia e humanização em favor do melhor cuidado e da melhor relação de custo x resolutividade.

Caso vivêssemos uma distopia da indústria da moda, como sugere ad absurdum a caricatura da loja de camisetas, faria sentido buscar e obter mais e mais dados relacionados às características dos usuários, certo!? E, ainda, tratar tais dados, analisá-los, gerar insights a partir deste processo e, por fim, aplicá-los às práticas e entregar, de fato, o que cada perfil personalizado de cliente quer e precisa? Com a saúde não deveria ser assim? Ou, ainda: seria possível que fosse assim? Vender planos de saúde e entregar soluções de gestão populacional não é a mesma coisa que vender camisetas, naturalmente. Mas a alegoria chama atenção para um ponto inescapável da análise da arquitetura e dos modelos de entrega de saúde no Brasil. Eles são feitos pela "média", ignorando completamente as individualidades e características de cada pessoa. E deste problema surge uma única lógica resolutiva, viável por meio da tecnologia. Trata-se da personalização do cuidado tal qual se faz, desde há muito, com coisas simples e ordinárias como uma camiseta. Assistência Personalizada em Saúde, assim mesmo, com a sigla APS, (con) fundindo-se à Atenção Primária em Saúde e que, apoiada em plataformas de cuidado integrado, atinja a performance e a escala antes inviáveis. Assim, possibilitando um novo modelo de entrega de soluções de saúde. E, desta forma, planejar e entregar saúde de forma contínua - ao invés de apenas suporte pontual na doença - antecipando, prevenindo, resolvendo os casos antes que fiquem mais graves e, ao fim, oferecendo uma experiência mais funcional, confiável e conveniente ao usuário / paciente.

Coordenação do cuidado e Atenção Primária Baseada em dados e centrada na pessoa

Cuidar da saúde nos termos em que se define o que é Atenção Personalizada em Saúde pressupõe coleta e tratamento intenso de dados e, mais importante: o usuário está no centro de todas as decisões. Na atual configuração dos sistemas tradicionais, não apenas a comercialização dos planos e a entrega dos benefícios de saúde, mas também o cuidado - ou falta dele - apresentam um óbvio contrassenso: são caros e ineficientes para ambos gestores e usuários. Isto porque baseiam-se em uma (anti) lógica que privilegia a doença ao invés da manutenção da saúde. A reversão deste cenário passa, primeiro, por contemplar a saúde como algo inerente ao indivíduo, não necessariamente ao grupo ao qual ele pertence. Depois, pelo entendimento simples de que manter a saúde é muito menos custoso, sob todos os aspectos - do financeiro à conveniência e segurança pessoal - do que lidar com a doença estabelecida ou descontrolada. E é justamente neste sentido que a Coordenação do Cuidado e a Atenção Primária baseada em dados unem-se em soluções que, de fato e com propriedade, entreguem saúde de forma contínua, com benefícios financeiros tangíveis e cuidados individualizados, únicos e em escala viável, como é o caso da BIOaps. Com dados, apoio tecnológico e humanização, tendo médicos e outros profissionais de saúde operando orientações, educação e atendimentos em tempo integral - 24 horas - é possível gerir linhas de cuidado articuladas em ciclos completos de atenção, fundamentados por informações médicas individualizadas e intervenções precoces, resolutivas e com altas taxas de satisfação do usuário.

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